Yoga Namaste Chillout ॐ)

                                             “a essência que habita em mim, saúda a sua “

 

E assim nos saudando, inicio dizendo o quão intenso e importante é a prática da Yoga em nossas vidas, não é algo que serve apenas para o melhoramento físico, a Yoga atinge nossas vidas e principalmente o nosso estado mental e também nosso auto conhecimento possibilitando a transformação de tudo à nossa volta. Buda também foi um praticamente de Yoga, já que o Yoga teve seu início na Índia e Buda havia sido um príncipe de um reino bem pequeno ao norte de Varanasi, ao norte da Índia. Não é preciso ser budista para fazer Yoga, muito menos ser hindu e falando um pouco sobre o termo “saudação a você” compreendemos que Namastê é formado igualmente por “namah” e “te” que é a forma abreviada de ‘tubhyam‘, que significa ‘tu’ ou ‘você’. Quando usamos “te” como objeto indireto numa frase traduz-se “para você”. Consequentemente Namastê significa simplesmente “saudação a você”. Já o “Chill out” é uma maneira ou estado para usar o termo “relaxar totalmente”, “não deixar que as coisas te incomodem”. Encontramos a Yoga como força para vencer muitos desafios, e como disse, desafios esses não apenas físicos, onde a mente é quem comanda realmente tudo e quando essa se encontra inteira, dona de si e em paz o nosso corpo tende a entrar em um processo de iniciação do melhor que ele pode realmente vir a ser.

Sem fazer qualquer tipo de desvalorização de gênero, mas hoje como podemos, por meio do Yoga, cuidar das mulheres e transcender tantas práticas, seculares e naturalizadas, de dominação? Se faz necessário olhar com clareza, não queremos ultrapassar apenas machismos, mas sim toda e qualquer prática de dominação.
Estar no meio do Yoga não nos garante nada no entanto, estamos vivemos imersos em uma cultura da qual a tradição social inclui práticas que violam direitos e subjugam psicológica, moral e fisicamente mulheres e homens em todos os seus modos de ser. Precisamos iniciar nossa caminhada ao encontro de nós mesmo e começar a adquirir a compreender de tudo que somos e promovemos dentro de nós. Pensar que o nosso ciclo menstrual representa vários arquétipo e que podemos em cada fase nos identificar com alguma simbologia, personagens, estações, fases da lua, inclusive com as Deusas da mitologia hindu, e esse reconhecimento nos ajuda no processo de autoconhecimento.
Por exemplo: O nosso período de ovulação representa o verão, o eu-fazedor, relaciona-se com a Deusa Lakshimi, com a fertilidade e pureza, representa o período de nossa lua cheia interna.
Nossa Tensão pré menstrual representa o outono, o eu-cansado, o desapego, quando passamos por processos de purificação consciente para o novo ciclo. Esse desapego é representado pelo arquétipo da Deusa.

A Yoga te possibilita uma infinidade de caminhos, todos longos porém reluzentes de amor, cuidado e sobre tudo conhecimento.
Pratique Yoga!