Akai Ito

“Segundo Deus, eu e você estamos ligados pelo dedo mindinho por uma linha vermelha, nossos olhos não veem este laço do destino, e nem há mapas que me levem até você. Por isso, para te encontrar devo me apaixonar”

Se estivermos ligados um ao outro por um fio vermelho, nos encontraremos de novo, não é? Acredite nisso! Nosso primeiro encontro foi por acaso, nosso segundo encontro foi o destino. Se isso é verdade, será também o destino se eu te perder? Se nós temos tanto apreço assim, por que será então que nós não podemos viver sem machucar ninguém? Onde está a linha que separa amigos de namorados? Talvez só saibamos depois que a ultrapassarmos, talvez o meu amor tenha começado naquele dia.
Você não consegue falar o que sente, eu não consigo dizer o que penso…
Se notarmos o que há em nossos corações, então o destino foi nosso aliado?
Há tantas coisas que quero te dizer, há tantas coisas que quero te perguntar. Mas, se nosso amor acabar quando souber de tudo prefiro que fiquemos como estamos. Penso nos meus amigos, penso em quem eu amo. Nunca podemos ver o que nos é importante, mas há realmente algo no qual possamos acreditar?

As pessoas não percebem que são protegidas por muitas pessoas, essa coisa tão importante eu percebi pela primeira vez quando a perdi. Dizem que as pessoas, do nascimento até a morte, se encontram com aproximadamente 30 mil pessoas, dentre elas, 3 mil são de conhecidos da escola e do trabalho, pessoas que você conversa com maior intimidade. Dentre esses encontros casuais há um especial que foi decidido por Deus mesmo antes de você nascer, mas esse laço único do destino não é visível para ninguém. A pessoa destinada que não vemos, está ligada à você por um fio vermelho amarrado pelo dedo mindinho.

“Por isso, para encontrar devo me apaixonar.”
(Texto retirado do dorama de mesmo nome, Akai Ito)

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